E a escola, como vai!

As crianças são curiosas por natureza. Elas têm sede de conhecimento.

Algumas vezes chegam a cansar o adulto, com seus intermináveis “porquês”.

Quando isso nâo ocorre, é provável, que, algo, esteja impedindo-as de aprender.

Todos nós aprendemos a todo momento!

A vida é uma escola  no entanto, a aparendizagem não acontece por acaso!

Se os pais estiverem atentos ao jeito de ser de seus filhos, certamente, vão perceber

alguns sinais, como, por exemplo, crianças:

  •  desastradas;
  •  distraídas, que vivem no mundo da lua;
  •  irrerquietas, impacientes;
  • desorganizadas, que perdem tudo a todo momento;
  •  desobedientes,  mal humoradas;
  • que não entendem o que lêem;
  • que trocam letras na escrita ou na fala.

Há os adolescentes que adoram deixar para estudar em  vésperas de provas, como se a nossa memória fosse um balde, para ser carregada de conhecimentos!

Alguns até, estudam, sabem a matéria, mas na hora da prova, esquecem tudo. É o famoso:deu branco na hora H!

Alguns queixam-se de dores de cabeça, de dores de barriga, enfim, são muitos os sintomas de problemas de aprendizagem. 

Vale lembrar que, as notas  vermelhas, nem sempre são o espelho do aluno!

Devemos  reconhecer os  esforços da algumas escolas que  ao elaborarem seus sistemas de avaliação, valorizam  os aspectos atitudinais, procedimentais, em detrimento de uma avaliação mecanicista numérica  e, sem sentido!

As barreiras enscontradas por estas  escolas são  enormes, uma vez, que, os orgãos públicos aos  quais estão submetidas, os seus regimentos internos, restrigem muito o seu poder  de  decisão e atuação.

Há  outros inúmeros fatores que interferem no processo de aprendizagem. São alguns deles:

  • as crianças que são matriculadas em séries inadivertidamente, isto é, crianças que normalmente, são matriculadas em classes do 1º ano do  Ensino Fundamental, por interesse ou inesperiência dos pais e/ ou da escola,  mas, que deveriam ser  matriculadas, em classes da Eucação Infamtil;
  • as crianças podem ser lentas para a execução da escrita, e, assim, poderão não acompanhar  o rítmo da classe, o que as deixam muito tristes, chateadas, pois, elas mesmas, percebem isso, mas, não sabem o que fazer;
  • as crianças podem não  valorizar a escola, não entender a leitura como fonte de prazer e conhecimento, mas sim,  como uma obrigação. Os filhos são, muitas vezes, os espelhos dos pais! Pais que não gostavam de fazer liçoes de casa, podem ensinar que isto, não tem importância, e, ainda reforçam, dizendo que eles também eram assim;
  • problemas de saúde principalmente as rinites, faringites, sinusites, que acabam por interromper o fluxo das informações, que são recebidas pelos orgão sensoriais; 
  • falta de  concentração e atenção;
  • falta de interesse, motivação;
  • baixa auto-estima;

Enfim, são inúmeros os casos que interfersm na produção do conhecimento.

As crianças que nâo vâo bem na escola, percebem as suas dificuldades. Percebem que não “apreendem os conceitos “ com a mesma facilidade que seus amigos.

Aí mora o sofrimento, de pais e filhos!

Aí sobram as cobranças, dos pais!

Aí começam os “stress”,  dos filhos!

Aí florecem as auto-estimas, baixas!  

O que fazer ? Como evitá-las?

As crianças de hoje, em sua maioria,  sáo muito vivas, espertas, pois, o nível de estimulação é muito grande!

ELes mesmo dizem: eu sou bom nisto… eu não sou bom naquilo…

De nada adianta, o adulto, sejam pais ou professores, pensarem em encobrir,  as

suas dificuldades, porque eles, mesmos,  já sabem o que conseguem fazer

sozinhos, o que ainda precisam de ajuda  para fazer e, o que ainda não sabem fazer

ainda.  

Só não sabem o que fazer para conseguir aprender! 

Quem não tem prazer em aprender, poderá  desperdiçar  o prazer de um jogo, de uma brincadeira nova, de ouvir uma história, enfim, de  uma parte da sua infância!

Ninguém vai mal na escola por que gosta!

É dever da escola, por meio do departameto de orientação educacional informar aos pais, sobre o proceso de aprendizagem de seu filho, seus avanços e récuos.

Muitas vezes, alguns procedimentos, podem auxiliar e,  em  muito, um aluno a conseguir vencer seus obstáculos.

Algumas escolas sim, acompanham, bem, esse processo e, ajudam os pais, cumprindo seu papel.

Mas, nem sempre é assim!

Alguas escolas somente chamam os pais para conversar, quando o fim do ano se aproxima!

Outras, até avisam os pais, mas, por receio, não assumem uma colaboração, não indicam caminhos e, colocam na nas mãos dos pais, as decisões a tomar.

Fato é que a tão falada parceria entre pais e escolas está longe de acontecer!

O que mais observamos são pais descontentes, e escolas receosas de assumirem, seu papel, não só, de  mera transmissora de conhecimentos,  mas que poderiam  avançar na melhoria de prestação de seus serviços ao  responsabilizarem-se pelos processos evolutivos dos alunos.

Ensinar quem aprende, é fácil!

Os desafios ficam para, encarar os  alunos que não aprendem,ospais  descontentes, perdidos, e, normalmente, identificadods como: difíceis.   

 Ainda há muito o que fazer pela parceria família e escola!

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