Seja qual for a resposta a essa pergunta, antes de tomar uma decisão reflitam!
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A aprendizagem não acontece por acaso. É preciso que o professor crie situações concretas, de interação entre alunos.
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Aprender é um processo contÃnuo e dinâmico. A escola é um dos espaços onde se produz conhecimento, entre alunos e professores. É preciso que haja flexibilidade! Local onde a dúvida seja aceita! Que a curiosidade e a criatividade tenham espaço! Que o conflito seja permitido e, o erro, visto como parte do processo de aprendizagem.
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Todo o cuidado é pouco.
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O aspecto fÃsico da escola é importante. Para as crianças, áreas verdes, pátios cobertos, bibliotecas, brinquedotecas, cozinhas para aulas de culinárias, quadras esportivas, cursos de perÃodo integral aulas de natação, lÃnguas estrangeiras, principalmente o Inglês e o Espanhol. Tudo isto compõem as escolas atuais, mas veja!
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Questionar a proposta da escola é fundamental. Algumas escolas intitulam-se construtivistas, sócio-construtivistas; outras assumem que são tradicionais. Fato é que, é bom investigar de perto estas propostas. É melhor assumir metodologias tradicionais, do que misturar propostas pedagógicas, sem profundo conhecimento, das novas teorias de aprendizagem e das descobertas da Revolução Cognitiva.
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Afinal de contas, muitas, gerações foram alfabetizadas, pelas tradicionais cartilhas e, hoje, são bons leitores e bons profissionais.
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Investiguem se a escola mantém um trabalho de integração de novos alunos. Cada criança tem o seu próprio tempo para criar um novo vÃnculo com a nova escola. Não há um tempo certo. Algumas se agrupam na primeira semana, outras, demoram meses. A percepção dos professores da escola e a sensibilidade dos pais, é que vão indicar se o caso precisa de uma atenção especial.
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Se a mudança está sendo definida por causa grave de conflito com colegas ou professores, dê tempo à criança ou adolescente para resolvê-los: ouça atentamente a queixa de seu filho. Caso necessário procure a escola para uma ação conjunta.
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Se a famÃlia enfrenta dificuldades financeiras, a situação precisa ser exposta para a o filho com franqueza. É bom lembrar que os adolescentes têm uma adaptação mais fácil do que as crianças, porque elas se vêem diante do dilema de deixar o grupo a que pertencem, onde estão construindo sua identidade. Participar da escolha ameniza o impacto.
Ninguém gosta de ficar reprovado e nenhum pai gosta de ver o filho perder o ano. A reprovação atinge a auto-estima, afeta os relacionamentos com os colegas. O adolescente deve assumir a responsabilidade por seus atos e aprender a superar o fracasso.
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Faça-o entrar em contato com a realidade! Se não estudou, colheu o que plantou! Não ceda à tentação de poupá-lo, muito pelo contrário, ofereça apoio e estabeleça compromissos. Procurem estabelecer uma relação de confiança, que é construÃda ao logo do tempo, e, não em vésperas de reprovação.
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Ajude seu filho a corrigir seus erros.
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Investiguem profundamente as causas do mau desempenho. Se houver necessidade, peça auxÃlio a um profissional especializado.
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Mas nem toda a reprovação tem o mesmo motivo. Há casos de dificuldades de aprendizagem que extrapolam a função da escola, a qual, não deve se omitir e, durante o ano, manter o aluno e sua famÃlia, a par das dificuldades apresentadas.
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Porém, nem todas, as escolas, têm este procedimento. Quando isto acontecer, cobrem este posicionamento. É comum os pais procurarem colégios que tenham maior Ãndice de aprovação nos vestibulares. Informem-se sobre esta postura frente a esta situação.
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Evitem discordâncias. Às vezes, os pais querem uma educação mais humanista, que não ponha o foco na aprovação do vestibular ou os pais que querem seus filhos nas melhores faculdades e começam a pensar em mudar de escola, na tentativa de garantir o objetivo em uma escola considerada mais forte.
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Imposição não funciona. Principalmente com adolescentes. O jovem deve estar convencido da mudança e ter direito a voto, na escolha de uma nova escola.

Oi tia Marisa. Parabéns pelo site. E parabéns pelo artigo.
Ainda bem que Caio se adaptou super bem nas escolas pelas quais passou. Espero que Brenninho se dê bem tb.
Beijos!
Oi, eu de novo!
Legal né?
Beijos
Oi minha querida tá lembrada de mim?
Sou a mãe do Brenno,moradora aqui da Av:Portugal,nós já tivemos a oportunidade de conversármos algumas vezes,será que vc poderia me ligar? 6553.3112 um abraço e obrigada.
giani
Eu lembro de vc ssim.
Breno é o nome do meu neto!
Lliiiigiue para mim.
94660718
Marisa Lellis Psicopedagoga Clínica Brooklin: (11) 5531-0726 / 5561-5241 http://marisalellis.wordpress.com/